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ACS traça estratégias para negociação salarial: ‘não podemos aceitar índice zero’

ACS traça estratégias para negociação salarial: ‘não podemos aceitar índice zero’

A ACS (Associação e Centro Social dos Policiais Militares e Bombeiros Militares de Mato Grosso do Sul) reuniu seus diretores Regionais e Conselho Fiscal, nesta quinta-feira (28), para definir estratégias para a negociação salarial deste ano.

Segundo o presidente da entidade, cabo Mario Sérgio Couto, os policiais e bombeiros não aceitarão reajuste zero. “Não podemos aceitar índice zero de maneira alguma. Precisamos de uma resposta positiva até a data base, que é maio. Não podemos sofrer o que já sofremos em anos anteriores”, enfatizou.

As principais entidades representativas dos servidores militares de Mato Grosso do Sul oficializaram, em março, pedido de audiência com o governador Reinaldo Azambuja para tratar sobre o reajuste salarial da categoria. O documento foi endereçado ao titular da SAD (Secretaria de Administração e Desburocratização), Roberto Hashioka.

“Hoje, reunimos as 12 Regionais e queremos que o governador nos atenda. Já encaminhamos nossas reivindicações e aguardamos a resposta para que possamos estabelecer um diálogo amigável”, considerou o presidente do Conselho Fiscal da ACS, Fabrício Moura.

Após o aquartelamento liderado pela ACS em 2013, a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul chegou a ter o 7º melhor salário inicial do Brasil. Hoje, após quatro anos sem reajuste, caiu para 16º no ranking, segundo levantamento feito pela Anermb (Associação Nacional das Entidades Representativas dos Militares Estaduais e Corpo de Bombeiros Militares do Brasil).

O vice-presidente da entidade, Aparecido Lima da Rocha, mandou um recado ao chefe do Executivo Estadual. “Contamos com a credibilidade que o senhor tem. Quero que o senhor atenda a Polícia Militar, atenda a segurança pública, pois já sofremos há mais de 8 anos sem um reajuste digno, e uma defasagem salarial de 23%”, apontou.

Para o diretor Regional de Dourados, Jander Espíndola dos Santos, o momento é de união da classe. “Sócios e não sócios, acreditem nessa entidade. Muitos já foram sócios e, atualmente, não são mais. Mas, aqui temos caras novas e estamos brigando por melhorias para os policiais e bombeiros”, finalizou.

Jeozadaque Garcia
Assessoria de Imprensa da ACS

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